Tema em permanência no indómito de 2017: a comemoração dos 50 anos de 1967.

Não será necessário recorrer à nostalgia para se recordar o ano de 1967. Antes, à razão. É, indubitavelmente, o momento da história recente que nos submete à evidência do óbvio. Este terá sido, para a maioria dos mortais, o “ano-maior” da criação artística e, consequentemente, das revoluções políticas e sociais que se fizeram sentir. Em 1967, bandas como The Doors, Pink Floyd, The Beatles ou Rolling Stones, entre outros, lançam álbuns absolutamente revolucionários para o seu tempo. Lembra-se de “The Velvet Underground & Nico”, ainda com o mítico Lou Reed? Também o cinema não ficou atrás. Fizeram-se estreias que marcaram a história do cinema como Bonnie and Clyde ou Adivinha Quem Vem Jantar,

SOBRE O BLOG INDÓMITO

Do latim, indomitus (não domado, selvagem), indómito resume a vontade de exercer o direito de reflectir fora da geração twitter e da sua ditadura dos 160 caracteres. Fora dos curtos períodos de validade e do imediatismo inócuo em que se transformou a maioria das coisas do nosso tempo. Sobre a palavra indómita diz-se que não foi domesticada ou domada; que é selvagem ou brava. Diz-se quando a mesma não foi vencida. Talvez não exista melhor adjetivo para denominar este espaço. Mergulharemos a corda do pensamento nas imagens e nos sons de ontem, de hoje e de amanhã. Na verdade de cada um, no ponto de vista de cada olhar, procuraremos o exercício indómito, que é como quem diz, selvagem ou bravo.

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